Prova de que eu vim morar na casa certa

isso estava na cozinha

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pôr do sol (acontece todo dia)

Acho que já mencionei antes, mas meu quarto tem uma janela que dá pra uma varanda que dá pro pôr do sol. E eu pessoalmente sou uma grande entusiasta do pôr do sol (principalmente quando a concorrência é fotografar pôr do sol versus estudar).

Isso resulta em uma grande quantidade de fotos do tipo que você pode pôr uma frase bonita em cima com uma fonte cursiva e creditar a Fernando Pessoa ou Shakespeare ou Clarice Linspector ou a um “sábio chinês” (afinal a foto é do Japão, tudo a mesma merda), e juntar com mais alguns filhotes de labrador e crianças dando abracinho e quem sabe algumas mulheres rindo sozinhas com salada pra fazer aquele powerpoint inspirador que seus colegas de trabalho estão precisando receber numa segunda feira.

Já vou por várias juntas aqui caso você tenha dificuldade em escolher a melhor frase.

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A cidade pode ser um túnel do tempo

Uma amiga minha tá morando perto de Hachioji, onde morei quando vim pra cá a primeira vez.
Já tinha passado por lá algumas vezes pra visitar ela, mas dessa vez fomos no karaokê e no game center na frente da estação, andamos um pouco por ali, onde sempre costumava andar. É estranhíssimo. Muita coisa continua igual, e me sinto transportada diretamente pra 2006, numa sobreposição dos 21 anos com o agora na qual não entendo nada e só faço amolar os pobres colegas – inteiramente no presente –  que me acompanham: “ohmeudeus, a loja de meias! ohmeudeus, essa rua!”.
Até hoje não tive coragem de ir visitar o lugar onde morei e a faculdade que frequentava (eles ficam beeem longe de tudo o mais no mundo, então tem que ser uma excursão intencional) e acho que talvez seja melhor assim, pelo menos até ter alguém daqueles tempos pra compartilhar a visita.
Não sou muito boa com túneis do tempo.

O 駅前 primordial
Sempre considerei essa escultura (?) um cachecol

 

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Cotidiano

tal pai tal filho – achei uma graça

diazinho lindo no centro (vista do laboratório muito chique onde meu amigo trabalha como um verdadeiro pesquisador, não assim que nem essa gente que fica só lendo uns livros)

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imã que comprei no boteco há muito tempo

I gave myself to jesus

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imã da geladeira da casa nova

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toalhinhas de mão

No Japão é bem raro os banheiros terem papel pra secar a mão. As vezes tem aquelas máquinas de secar com vento (que eu odeio), mas muitas vezes não tem nada mesmo, se vira. Eu acho muito razoável, porque toalha de papel pra secar a mão sempre me pareceu um negócio muito imbecil. Você vai lá corta umas árvores, mistura altas paradas, produz um papel, branqueia o papel, embala o papel, distribui pelo mundo, as pessoas compram, botam lá no banheiro, pra que você seque 10 ml de água (em umas 2 ou 3 folhas, geralmente), e jogue fora. Assim, limpo, branco, novo, levemente molhado.
No geral costumava secar a mão na roupa, no Brasil. Mas isso é porque minhas roupas não são lá aquela classe e elegância – imagino que haja gente por aí usando roupas onde não se deve secar a mão.
Aqui as pessoas costumam carregar tolhinhas na bolsa. São bem pequenas, uns 20 ou 25 cm, e obviamente existem de todo tipo e cor e desenhinhos adoráveis e rendinhas e bordados e combinações de todas essas coisas. Eu acho excelente. Serve pra secar a mão no banheiro, serve pra secar o banco da bicicleta se chover, serve pra secar o café se você derruba no seu texto durante a aula e pra secar o suor da cara quando chega o verão infernal e você começa a suar como um alemão nos trópicos.

Tudo isso pra introduzir essa foto:

toalhinha chopp

aí eu comprei uma toalhinha de chopps

 

 

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